Prontuário é dado sensível. A gente trata assim.
O que a Aferi faz depende de ler laudo, prontuário e conta. Isso não é dado comum, e o desenho do produto começa por aí, não termina.
O processamento fica no ambiente do cliente
A Aferi roda dentro do ambiente do hospital, em nuvem dedicada ou na infraestrutura dele. Só metadado sai. O conector com o sistema de gestão é apenas de leitura. Nada é escrito de volta nos sistemas do hospital, e isso está no contrato. até que faça sentido para os dois lados.
O texto entra pseudonimizado
O identificador direto é removido antes de qualquer chamada a modelo de linguagem e permanece no ambiente do cliente.
O modelo aprende com a norma pública
O que é reaproveitado entre clientes é regra construída sobre rol, diretriz e tabela pública. Conteúdo de prontuário fica no ambiente de onde veio.
Chave e base separadas por cliente
Sem base compartilhada entre hospitais. Registro de acesso, prazo de retenção declarado em contrato e exclusão ao fim dele.
Só leitura, por contrato
O conector com o sistema de gestão do hospital é apenas de leitura. Nada é escrito de volta nos sistemas do hospital, e isso está no contrato.
Avaliação de impacto antes, não depois
Relatório de impacto à proteção de dados e contrato de operador ficam prontos antes do primeiro caso real, não no segundo ano.
Campo sem citação não vale.
Quando o modelo lê um laudo e extrai uma informação, ele devolve junto o trecho de onde tirou e o documento de origem. Sem isso, o campo não entra na regra e não sustenta recurso.
Todo achado sai marcado como verificação ou como inferência, e essa marcação vive no tipo do dado, não num aviso na tela. Uma inferência nunca vira base de decisão sozinha.
A decisão em si é determinística: quem decide é o motor de regras, não o modelo. O modelo lê e sugere.
Quem é quem na LGPD
Os papéis mudam conforme o dado. Vale a pena deixar explícito.
| Situação | Papel da Aferi | Base |
|---|---|---|
| Dado clínico e administrativo do paciente, tratado a pedido do hospital | operadora | contrato com o hospital, que é o controlador |
| Contato comercial pelo site | controladora | legítimo interesse e execução de tratativa |
| Estatística de navegação neste site | controladora | legítimo interesse, com oposição disponível em Configurações |
Detalhes sobre o site estão em LGPD e cookies.
Tudo que acontece com uma conta fica registrado.
Cada evento da conta é gravado de forma imutável, com quem acessou, quando e com qual base legal. Em setembro dá para reconstruir por que a decisão de março foi aquela.
O escopo do que a gente lê é estreito por desenho: a conta, a guia, o contrato da operadora, o demonstrativo de glosa, o laudo em texto e o registro da autorização. Imagem de exame fica fora, porque o texto resolve.
Cada recurso protocolado fica registrado com o que foi enviado, quando, por qual canal e o que a operadora respondeu. É esse registro que sustenta a reanálise e que mostra ao hospital onde cada glosa parou.
Seu time de segurança tem perguntas?
Mande o questionário. A gente responde por escrito, item por item.