Ler a conta inteira, direto do sistema
Toda conta, e não uma amostra. A leitura sai do sistema de gestão do hospital por um conector apenas de leitura, sem digitação e sem planilha no meio.
A Aferi lê cada conta no sistema de gestão do hospital e compara com o contrato daquela operadora antes do envio. O que não está conforme volta para o faturamento com o motivo apontado. O que a operadora glosar vira recurso montado, com a evidência anexada, protocolado dentro do prazo.
da conta hospitalar volta contestada na primeira análise da operadora. Em 2022 eram 9%.
de cada R$ 100 faturados não chegam ao caixa, somando glosa, negociação e inadimplência.
do que é glosado é falha de código, valor, documento ou autorização. Dava para ver antes de enviar.
entre faturar e receber, em média. O prazo para pagar fornecedor é de 48 dias.
Observatório Anahp 2026 e Panorama do Ciclo de Receita 2026, da ZG Soluções, com dados de 2025. Ver todos os números
A conta é montada, enviada, e a resposta da operadora chega semanas depois. Quando volta contestada, o custo do atendimento já foi gasto e o prazo de recurso já está correndo.
Aí alguém abre conta por conta para descobrir o motivo, monta o recurso do zero e corre atrás do prazo. Enquanto isso o dinheiro não entra.
Divergência clínica de verdade é 3,55% do que se glosa. O resto é documento, código ou preço, e dava para saber antes de a conta sair.
Agentes de IA leem a conta, o contrato e o demonstrativo, e um motor de regras decide. Em qualquer sistema de gestão, sem digitação e sem amostragem.
Conectores prontos para Tasy, MV, Pixeon, Wareline e SPDATA. Outros sistemas de gestão entram sob avaliação, e isso é confirmado na primeira semana. O envio à operadora usa o web service TISS quando ela oferece, e o portal quando não oferece.
A leitura sai direto do sistema de gestão, sem digitação e sem planilha no meio. Amostra encontra o padrão, e o dinheiro está na conta que escapou.
Cada conta é comparada com o contrato daquela operadora, na versão vigente na data do atendimento, porque o que vale numa não vale na outra.
O recurso é montado com a evidência anexada e protocolado dentro do prazo. A vigilância roda todo dia, em todo recurso aberto.
A maior parte do ganho não está em recorrer melhor. Está em a conta sair certa da primeira vez.
Toda conta, e não uma amostra. A leitura sai do sistema de gestão do hospital por um conector apenas de leitura, sem digitação e sem planilha no meio.
Tabela, versão, preço, pacote, regra de cobrança e o que precisa de autorização. São dezenas de páginas por operadora, com aditivo em cima de aditivo. Ninguém consulta conta a conta, e uma máquina consulta em todas.
Senha ausente, quantidade acima do autorizado, código na versão errada, preço fora da tabela, documento que não foi anexado. A conta volta para o faturamento com o motivo escrito, e a glosa deixa de acontecer.
O motivo da glosa vem em código, pela tabela de motivos do padrão TISS. A Aferi liga cada glosa à conta e ao item que a gerou, e separa o que foi falha da conta do que é discordância da operadora.
O recurso sai montado, com a evidência anexada e a fonte citada, e é protocolado antes de o prazo vencer. Quando a glosa é legítima, a gente diz isso e encerra com o motivo escrito. Contestar tudo derruba a taxa de acerto e gasta o crédito do hospital com a operadora.
Quem cobra percentual do que recupera ganha mais quando a sua glosa sobe. A Aferi cobra um valor fixo por mês. A gente ganha o mesmo se a sua glosa cair pela metade.
Os sistemas com que conversamos e as normas que lemos uma vez, para todos os clientes. Ver a plataforma
As regras que entram no ar saem das contas do seu hospital, e não de um catálogo pronto.
O hospital exporta seis meses de conta enviada, demonstrativo de glosa e recurso, no formato que o sistema de gestão já gera. A gente liga cada glosa à conta e ao item que a gerou, classifica por motivo e por operadora, e é daí que saem as regras. Nas semanas 7 e 8 a conferência entra em produção, primeiro na linha que o hospital escolher e depois em toda conta antes do envio.
Oito semanas é previsão, e não prazo contratual. Base organizada encurta, demonstrativo sem o motivo da glosa alonga, e o cronograma é refeito com vocês na semana 1.
Seis regras que valem para todo cliente, toda conta e todo contrato.
O recurso sai com o trecho de origem e o documento de onde ele veio. Campo sem citação fica de fora da regra e não sustenta recurso.
Agentes de IA transformam contrato, demonstrativo e laudo em coisa consultável. Quem decide é um motor de regras determinístico, versionado e com data de vigência. Como é feito.
Cada glosa é classificada em corrigir, contestar ou encerrar. É o que mantém alta a taxa de reversão e preserva o crédito do hospital com a operadora.
Um valor só, fixo por mês, por unidade e faixa de volume de contas. Sem taxa por caso e sem percentual do que for recuperado.
Processamento em nuvem dedicada ou na infraestrutura do cliente, texto clínico pseudonimizado antes de qualquer chamada a modelo, chave e base por cliente. O conector é só de leitura. Como é feito.
O faturamento segue com a sua equipe. O que muda é o que chega até ela: a conta já conferida, o motivo já apontado e o prazo já vigiado.
Cada implantação é desenhada em cima das contas do hospital, e a primeira rodada é feita à mão. Por isso cabem poucas por trimestre. A avaliação de elegibilidade é gratuita, leva uma conversa e não gera compromisso.