Cada implantação é desenhada sobre as contas do hospital, por isso cabem poucas por trimestre. Saiba se o seu é elegível
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Nem todo hospital entra na primeira rodada.

Cada implantação é desenhada em cima das contas do hospital, e a primeira rodada é feita à mão. Por isso cabem poucas por trimestre. A avaliação de elegibilidade é gratuita, leva uma conversa e não gera compromisso.

Mão marcando uma data em um calendário de mesa ao lado de uma calculadora

O que muda depois de oito semanas

Não é diagnóstico de processo nem mapa de maturidade. É o sistema rodando em toda conta, antes e depois do envio.

Como está hoje

A conta sai sem ninguém saber se vai ser paga.

  • A conferência antes do envio é feita por amostra, e o dinheiro está na conta que escapou.
  • O contrato de cada operadora mora num PDF que ninguém consulta conta a conta.
  • O motivo da glosa chega em código, e alguém abre conta por conta para entender.
  • O prazo de recurso é vigiado de memória, e a glosa vira perda quando ele passa.

Como são as oito semanas

Da assinatura ao sistema no ar. O conector é apenas de leitura: nada é escrito de volta nos seus sistemas.

Semana 1

Escopo

Meia hora para entender volume de contas, quais operadoras glosam mais e quem cuida do recurso hoje.

Semanas 2 e 3

Exportação

Seis meses de conta enviada, demonstrativo de glosa e recurso. Um arquivo de cada, no formato que o sistema já gera.

Semanas 4 a 6

Cruzamento e regras

Cada glosa ligada à conta e ao item que a gerou, classificada por motivo e por operadora. As regras saem daí e são revisadas com quem responde pelo faturamento.

Semanas 7 e 8

Sistema no ar

A conferência entra em produção, primeiro na linha que o hospital escolher e depois em toda conta antes do envio.

Oito semanas é previsão, e não prazo contratual. O cronograma é refeito com vocês na semana 1. Detalhe de cada etapa

Os critérios

Seis itens. Se o seu hospital atende três dos seis, a conversa já vale a pena.

  • 01Volume. Faturamento de convênio acima de R$ 20 milhões por ano.
  • 02Sistema de gestão. Tasy, MV, Pixeon, Wareline ou SPDATA. Outros entram sob avaliação, e isso é confirmado na primeira semana.
  • 03Registro da glosa. O demonstrativo de análise de conta fica guardado com o motivo da glosa, em algum lugar consultável.
  • 04Registro do recurso. O recurso enviado e a resposta da operadora ficam registrados, mesmo que em planilha.
  • 05Um responsável. Alguém do faturamento ou do ciclo de receita que possa autorizar a exportação e ler o resultado.
  • 06Linha de alta complexidade. OPME, oncologia, UTI ou cirurgia de grande porte no portfólio.

Por que a fila é curta.

A primeira rodada de cada hospital é feita à mão. Formato de exportação muda, campo preenchido muda, jeito de registrar a glosa e a resposta do recurso muda. Isso ainda não escala, e forçar volume aqui produziria regra ruim.

Por isso o número de implantações por trimestre é limitado, e por isso existe critério de entrada. Quando um hospital não se encaixa, a gente diz na primeira conversa e indica o que faria sentido no lugar.

Cada rodada também alimenta as regras que vão rodar automaticamente depois. Quem entra primeiro entra com o processo desenhado em cima das próprias contas.

Saiba se seu hospital é elegível.

A avaliação passa por critérios técnicos e operacionais. Fale com a gente e descubra em uma conversa se a implantação faz sentido para o seu caso, e quando entra na fila.

A avaliação de elegibilidade é gratuita e não gera compromisso. A implantação roda sobre dados exportados pelo próprio hospital e sobre um conector apenas de leitura, sem escrita nos seus sistemas. O resultado depende do que estiver registrado na origem: quando o faturamento não guarda o motivo da glosa ou a resposta do recurso, a gente aponta a lacuna em vez de estimar por cima. Todo número entregue vem com a fonte e o método de apuração.