Como isso funciona por dentro.
O motor é a parte fácil. O que decide se a empresa vive ou morre é ler o dado do hospital sem transformar cada cliente num projeto de seis meses.
Seis camadas
Da conta que sai do sistema do hospital até a resposta da operadora, e de volta no painel de quem cuida do faturamento.
As cinco primeiras fontes são por cliente e escalam mal. As tabelas públicas são lidas uma vez, para todos. Quanto mais decisão apoiada nelas, mais barato fica cada cliente novo.
Com quais sistemas a gente conversa
A regra é dura: o conector expõe sempre o mesmo formato de saída. Um conector por sistema de gestão, nunca um por cliente.
| Sistema | Por onde entra | Situação |
|---|---|---|
| Philips Tasy | leitura no banco Oracle e serviço de integração para eventos | 1º |
| MV SoulMV | barramento para evento, leitura direta para histórico | 2º |
| Pixeon | adaptador fino sobre HL7 e XML | 3º |
| Wareline, SPDATA | lote noturno e fila | 4º |
| Outros sistemas | API própria ou exportação | sob avaliação |
O que é igual em todo hospital: o padrão TISS, as tabelas de procedimento e o rol da ANS. O que muda: quais campos a equipe preenche de verdade, onde o laudo mora, onde o demonstrativo de glosa fica guardado e o quanto o sistema foi customizado ali dentro.
Seis decisões de engenharia que a gente não abre mão
Regra é dado, não é código
As regras ficam no banco, versionadas, com data de vigência. Quando a norma muda, não precisa de deploy.
Conjunto de casos rotulados desde o primeiro dia
Sem isso não dá para trocar de modelo com segurança nem provar que a mudança melhorou alguma coisa.
Orquestração que aguenta esperar
O caso espera dias pela operadora e meses pelo recurso. Isso não se resolve com tarefa agendada.
Evento imutável
Cada passo do caso é gravado e não é apagado. Em setembro dá para reconstruir por que a decisão de março foi aquela.
Só leitura
O conector lê o sistema do cliente e não escreve nada de volta. Isso está no contrato, e não muda com o tempo de casa.
Rastro por caso
A pergunta do suporte nunca é sobre uma requisição. É “o que aconteceu com o caso 4471”.
Exceção resolvida vira regra.
Toda exceção entra com motivo escolhido de uma lista fechada. Texto livre não vira regra. Quando o mesmo motivo aparece várias vezes, ele vira candidato a regra, é validado e publicado. A partir daí some do trabalho manual.
O recurso e a conferência usam a mesma máquina de exceções. Uma glosa que se repete vira regra de conferência, e na próxima conta o mesmo erro é apontado antes do envio.
O número que a gente persegue internamente é simples: minutos de gente por caso, do primeiro cliente ao décimo. Se essa curva não cai, o resto não importa.
A parte difícil não é o motor de regras. É ler o dado de cada hospital sem transformar cada cliente num projeto novo.
Quer ver como isso conversa com o seu sistema?
Mande o nome do sistema de gestão e o volume de contas por mês. A gente responde com o caminho e com o que seriam as oito semanas no seu caso.